São Caetano do Sul

Vídeo-Eletroencefalograma
(Vídeo-EEG)

Vídeo-Eletroencefalograma (Vídeo-EEG)

Eletroencefalograma tradicional com monitoramento em vídeo

O Vídeo-EEG corresponde a associação do eletroencefalograma tradicional com um monitoramento em vídeo (câmera) de forma simultânea e prolongada. É um exame não invasivo, porém demanda maior estrutura para sua realização.

Possibilita análise detalhada da atividade elétrica cerebral e do comportamento do paciente durante as crises. A combinação desses registros permite diagnóstico mais detalhado das diferentes síndromes epilépticas e de outros tipos de crises, como as CNEPs (Crises não epilépticas psicogênicas) e distúrbios de movimento.

As imagens em tempo real do paciente e os sinais elétricos de sua atividade cerebral são transmitidas para a tela de monitoramento do médico neurofisiologista.

A realização do exame requer a permanência do paciente na clínica, que pode variar em média de 6 a 24 horas, ou conforme pedido médico.

Indicações para a realização do exame:

  • Diagnóstico diferencial de eventos epilépticos e não epilépticos (síncopes, arritmias cardíacas, distúrbios do sono, distúrbios psiquiátricos e transtorno de movimento, dentre outros);
  • Classificação de síndromes e crises epilépticas;
  • Determinação da zona epileptogênica na investigação pré-cirúrgica (cirurgia de epilepsia);
  • Determinação da frequência das crises;
  • Avaliação dos casos de epilepsia refratária ao tratamento medicamentoso;
  • Avaliar resposta às intervenções terapêuticas;
  • Diagnóstico diferencial de quadros epilepsia x CNEP (crises não epilépticas);
  • Avaliação para implante de estimulador vagal;
  • Avaliação de pacientes com rebaixamento do nível de consciência na UTI;
  • Manejo de pacientes com suspeita de crises subclínicas, sobretudo em UTI;
  • Manejo de medicações sedativas em pacientes internados na UTI.

Como é feito o exame:

O Vídeo-eletroencefalograma (Vídeo-EEG) é realizado através da colagem de eletrodos no couro cabeludo, com auxílio de uma pasta condutora que, além de fixá-los, permite a aquisição adequada dos sinais elétricos que constituem a atividade elétrica cerebral.

Em alguns casos, há a necessidade de utilizar uma substância com maior aderência, chamada de colódio. O exame vem acompanhado de uma câmera que faz o registro completo durante a sua execução, sendo que o paciente deve manter sua rotina cognitiva normal, usando telas, lendo ou conversando normalmente.

Qual o preparo necessário para realização do exame:

  • Não é necessário jejum. O paciente deve estar bem alimentado, de preferência com alimentos leves.
  • Comparecer ao local do exame com o cabelo limpo e seco, sem uso prévio de condicionador, para permitir melhor fixação dos eletrodos;
  • Trazer roupa confortável, para que possa passar as horas do exame de maneira confortável. A maior parte do tempo, permanecerá deitado em uma cama hospitalar;
  • Para crianças, se possível, trazer objetos afetivos com que ele tenha familiaridade;
  • Evitar ingestão de café ou bebidas estimulantes no dia do exame.
  • O paciente pode manter o uso de telas para lazer ou trabalho, até o horário estimado de início do sono.
  • É indicado o paciente estar acompanhado por adulto maior de 18 anos ou responsável.

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